terça-feira, 25 de setembro de 2012

EDUCAÇÃO

Educar é semear com sabedoria e colher com paciência.
Augusto Cury


A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces.
Aristóteles


O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.
Immanuel Kant

Educação é aquilo que a maior parte das pessoas recebe, muitos transmitem e poucos possuem.
Karl Kraus

domingo, 2 de setembro de 2012

DESENVOLVIMENTO MOTOR


DESENVOLVIMENTO MOTOR- Gallahue


Idade
13 ou 14  anos em diante
Utilização diária ao longo
da vida, de forma
 recreativa ou competitiva

7 a  13  anos
Fases dos                                 
Movimentos
Especializados
2 a 7 anos
Fase dos movimentos
Fundamentais
1 a 2 anos
Fase dos Movimentos
Rudimentares
Vida intra-uterina a um  ano
F ase dos Movimentos
Reflexos



O quadro acima indica os períodos do desenvolvimento motor do ser humano, apresentado por Gallahue (1998) onde todos os homens em qualquer cultura atravessam essas fases .
A primeira fase é a do movimento reflexo caracterizada pelos movimentos reflexos ou involuntários do bebê, desde o seu desenvolvimento no útero até os quatro meses de vida aproximadamente. Fase de imaturidade do sistema nervosos, que vão se modificando gradativamente.
A fase seguinte é a do movimento rudimentar, que se caracteriza pelos primeiros movimentos voluntários, como engatinhar, rastejar, equilibrar-se, caminhar.  Eles são maturamente determinados e possuem um característica seqüencial altamente previsível no seu aprececimento. Fatores biológicos e do meio ambiente é que determinam a variação do desenvolvimento de criança para criança.
A terceira fase, a do movimento fundamental, acontece quando as crianças começam a desenvolver um crescimento das habilidades motoras básicas; movimentos que devem ser privilegiados nas aulas de Educação Física Infantil ( correr, saltar, chutar, arremessar, bater, rebater, lançar ,etc). Na faixa etária de 2 a 7 anos, eles estão na época das descobertas, na busca de como executar uma variedade de movimentos com maior lucidez e controle.
A última fase é a do movimento especializado, quando a criança torna-se capaz de correr, saltar e rolar interligando esses movimentos. Os movimentos, em vez de serem identificados como aprendizagem, passam a ser ferramentas que se pode aplicar a várias habilidades, então progressivamente refinadas, combinadas e elaboradas.
            A partir dos 13 e 14 anos os movimentos determinados culturalmente; a influência e os estímulos do meio em que a criança vive, é fundamental para que possa atingir o topo, ou seja, a motricidade a que tem direito.

A primeira fase é a do Movimento reflexo. Como o próprio nome diz, é caracterizada pelos movimentos reflexos e involuntários do bebê, desde o seu desenvolvimento no útero até os quatro meses de vida aproximadamente. Possui dois estágios:

Ø  informação codificada — responsável por respostas involuntárias para suprir suas necessidades de nutrição e proteção;

Ø  informação decodificada — inicia o controle dos movimentos, trocando as atividades sensório-motores pelo comportamento perceptivo.


A fase seguinte é a do Movimento rudimentar, que se caracteriza pelos primeiros movimentos voluntários. Eles são maturamente determinados e possuem uma característica seqüencial altamente previsível no seu aparecimento. Fatores biológicos e do meio ambiente deter minam a variação do desenvolvimento de criança para criança. Também possui dois estágios:

Ø  inibição do reflexo — interligado ao último estágio da fase anterior, pois vai desde o nascimento até por volta de um ano de vida e se desenvolve à medida que os movimentos vão ficando mais elaborados, embora ainda se apresentem pobremente diferenciados e integrados;

Ø  pré-controle — aumenta o grau de precisão e o controle dos movimentos de manipulação, locomoção e estabilização (a criança está entre 1 e 2 anos de vida quando já acontece desenvolvimento nos processos cognitivos).


A terceira fase, a do Movimento fundamental, acontece quando os meninos e meninas começam a desenvolver um crescimento das habilidades motores básicas. Nesta faixa etária de 2 a 7 anos, eles estão na época das descobertas, na busca de como executar uma variedade de movimentos com maior fluidez e controle. Divide-se em três estágios:

Ø  estágio inicial — representa a primeira tentativa de meta orientada da criança. Durante este estágio, a orientação espacial e temporal do movimento é pobre, marcada pelo uso restrito ou exagerado do corpo, com pouca coordenação e ritmo;

Ø  estágio elementar — envolve um maior controle e coordenação rítmica dos movimentos fundamentais e melhor orientação temporal e espacial;

Ø  estágio maduro — caracterizado pela eficiência mecânica, coordenação e execuções controladas dos movimentos fundamentais.








Dados da Aula 

Direitos  e Deveres
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Com esta aula propõe-se:
 - Explorar brevemente os direitos das crianças;
- Construir conjuntamente com as crianças a noção de justiça;
- Incentivar as crianças a perceberem-se como sujeitos de direitos e deveres;
- consolidar combinados referentes às regras de convivência do
 grupo.
Duração das atividades
6 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  As crianças em idade pré-escolar assimilam em sua rotina escolar e familiar a vivência de regras, como necessárias à sua segurança e bem estar; e têm a oportunidade de vivenciar diferentes situações de aprendizagem e lazer. Nesta aula, vê-se o momento propício para explorar o real significado para suas vidas dos deveres, assim como dos direitos que lhes são reservados.  
 É importante que o grupo tenha vivenciado situações que tenham despertado  um olhar para as diferentes condições sociais que regem a infância em nosso país, destacando o trabalho infantil.

Estratégias e recursos da aula
1º Momento: Em uma rodinha de conversa, convidar às crianças a pensarem sobre sua rotina em casa e na escola, destacando os deveres que lhes são atribuídos nestes diferentes espaços de convivência. Questioná-las sobre o por quê da existência  desses deveres. O/a professor/a pode ir questionando as crianças sobre as ações apropriadas para os diferentes espaços que ocupam na escola; destacando as possibilidades de exploração desses. O trabalho deve ser desenvolvido utilizando fotografias das crianças em diferentes espaços na escola.  Propor uma pesquisa para casa sobre os significados da palavra “dever”, utilizando o dicionário para fundamentar a mesma.  



PESQUISA

Olá  crianças! Estamos vivenciando  em nosso grupo um momento muito importante: a construção das regras de convivência. E assim, despertamos nossa curiosidade para a compreensão dos significados da palavra " DEVER". Agora, com a ajuda do  dicionário da Língua Portuguesa vamos pesquisar quais são os significados desta palavra. O registro deverá ser feito pelo adulto, preferencialmente em letra de imprensa. Ao final da pesquisa, procure em revistas as letras necessárias para escrever a palavra " DEVER" e cole-as no espaço abaixo formulando a escrita da mesma.
 2° Momento: Em rodinha, socializar o resultado da pesquisa, destacando os significados pertinentes aos objetivos do trabalho.  Já com as fotografias em mãos, o/a professor/a socializará as mesmas com o grupo instigando as crianças a pensarem sobre algumas das/os ações/ comportamentos possíveis quando estão nos diferentes espaços do ambiente escolar. O resultado pode ser um cartaz com as fotos ilustrando a ocupação dos diversos espaços pelas crianças, placas construídas por elas, com desenhos ou figuras que orientem a utilização dos diferentes espaços (salas de aula, parque, banheiro, corredor, refeitório, etc). Para finalizar, o grupo deve realizar alguns combinados que reflitam sua compreensão diante das regras de convivência, sendo destacado que estes permearão toda a trajetória da turma ao longo do ano.       
3° Momento: Promover uma contação de história  a partir do livro: Os direitos das crianças segundo Ruth Rocha.  
O livro traz uma leitura dos direitos e deveres das crianças fazendo uso de uma linguagem bem próxima ao universo infantil. Assim, contempla em sua narrativa  as brincadeiras e emoções próprias das crianças baseada nas idéias de igualdade universal
Dispor de fantoches para utilizar como narradores para despertar o interesse das crianças,  criar um personagem e protagonizá-lo.  Após a leitura, questionar as crianças sobre o conteúdo do livro: o que contava este livro? Por que a autora resolveu escrever este livro? O que seriam esses direitos? Pra que servem esses direitos? Pode ser proposta uma pesquisa para casa sobre os significados da palavra direito, utilizando para este fim o dicionário da Língua Portuguesa.
PESQUISA
Olá  turminha! Ao longo dos últimos encontros temos aprendido muito sobre os deveres e direitos das crianças na plenitude de suas vivências. Hoje, vamos  pesquisar sobre os significados da palavra " DIREITO". Para isso, é necessário pesquisar no dicionario procure em revistas as letras necessárias para escrever a palavra "DIREITO" e  cole-as no espaço abaixo formulando a escrita da mesma.


4° Momento: Em rodinha, as crianças irão socializar o resultado da pesquisa. O/a professor/a pode promover ainda,  um momento para que as crianças possam comparar a escrita das duas palavras pesquisadas: dever e direito, destacando semelhanças e diferenças referentes as grafias das mesmas.
É importante ainda, que o/a professor/a oportunize um momento para relacionar o contexto dos direitos às situações de trabalho infantil (é necessário que este tema tenha sido explorado previamente). A partir da fala das crianças propor que o grupo explore o texto sobre o direito das crianças. A turma deverá ser organizada em pequenos grupos, de modo que cada um destes possam trabalhar com uma parte do texto. As crianças irão ilustrar o texto procurando em revistas figuras condizentes às falas e/ ou desenhando de acordo com a mensagem de cada direito garantido. O resultado deve ser apresentado à toda a comunidade escolar de maneira que o trabalho fique exposto para apreciação. Para finalizar, conversar com as crianças sobre a aprendizagem dos últimos dias, destacando que a nossa convivência é orientada de acordo não apenas com os deveres de cada um, mas também, com base nos direitos assegurados às pessoas.   
5° Momento: Convidar as crianças a elaborarem um texto coletivo que relate o movimento vivenciado pelo grupo na discussão sobre os direitos e deveres que lhes são reservados, remetendo-se às suas vivências, destacando aquilo que mais gostam de fazer e que acreditam que todas as crianças deveriam ter a oportunidade de vivenciar.
( Este momento é opcional, devendo o professor avaliar se seria interessante às crianças esta atividade. É importante que o tema não se torne exaustivo, por isso a sugestão em caráter opcional)
  Recursos: .
- Livro : " Os direitos das crianças”, de Ruth Rocha; Editora Cia das Letrinhas;
- Cartolina ou papel kraft;
- Canetinha, lápis de cor, giz de cera;
- Fantoche ( se houver na escola).